Viver sob pressão deixou de ser um privilégio elitizado. Nos dias de hoje, é um componente do cotidiano, fazendo com que o desafio seja exatamente a forma de lidar com essa situação, tirando proveito da adrenalina gerada, transformando-a no grande diferencial.
O mundo dos vencedores, tanto no esporte, como nas empresas é comandado por alguns conhecidos compulsores diários - “ter que gerar resultado” – “ganhar ou ganhar” – “ser o melhor’ – “ser o primeiro” – “chegar na frente”, etc, etc.
O fato de serem velhos conhecidos de todos não significa que a maioria tenha aprendido a importante lição de saber como driblá-los, sem prejuízo do equilíbrio interno e do resultado vitorioso.
O que ainda presenciamos é uma familiaridade superficial com esses fatores e um comprometimento profundo dos resultados, tanto no individual como no coletivo.
Reverter esse quadro é a minha proposta, com a minha metodologia “Terapia Esportiva”.
Como? devem perguntar os céticos ou aqueles que só trabalham com o “conhecido”, ou seja, uma parte das habilidades do ser humano e que, na sua grande maioria, foram desenvolvidas, de forma segmentada e unilateral!
A primeira grande mudança é ativar o ser humano e o profissional integral. O trabalho psicofísico contempla corpo, mente e alma e comprova que esse todo precisa trabalhar de forma conectada e integrada, para propiciar o melhor uso das habilidades.
Quando só um lado entra em “campo”, na guerra pelo resultado ou pela produtividade, ele não dá conta da pressão, mesmo fazendo o seu melhor. E, como conseqüência, o que costuma ocorrer é que o resultado fica aquém do necessário, porque a “mobilização” externa e interna “travam” o eclodir do potencial.
Então, é necessário que o profissional reconheça seu poder total e dê permissão para que ele atue a seu favor, colaborando para o sucesso e felicidade.
Abrir essa “porta” interna e liberar a alta performance é o trabalho que deve ser feito.
E para isso, é necessário sensibilizar e fazer com que cada um perceba essa força e aprenda a usá-la, principalmente, quando ela pode fazer “a grande diferença” que é nos momentos de muita pressão e decisão.
A minha experiência em formar campeões no mundo esportivo e corporativo mostrou que “saber fazer o melhor uso de si mesmo” é a grande e possível estratégia. Ela não se esgota. Quanto mais se usa, mais tem potencial.
A metodologia não propõe milagres, receitas e não uma panacéia. É algo real, simples e viável. É potencializar os próprios recursos, saber ativá-los, treiná-los e aperfeiçoa-los,com a disciplina e persistência de um campeão e usá-los com confiança e total permissão.
Com certeza, não estamos apenas falando das habilidades técnicas, já conhecidas e utilizadas por todos. Elas são decisivas e vitais, porém sozinhas, não fazem mais do que o previsível. O diferencial está em usá-las de forma integrada com as habilidades mentais e psicológicas, que é a base do conhecimento psicofísico.
Mas, tudo isso, só funciona, se cada um escolher fazer, de forma adequada ao seu perfil, ao seu estilo de vida, conciliando prazer, sucesso e felicidade.
José Rubens D`Elia
Preparador Físico Robert Scheidt
Fábrica de Campeões
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